Santo Padre Intenções do Papa Francisco para o mês de outubro de 2014

 Mensalmente o Santo Padre indica ao “Apostolado da Oração” as intenções que ele tem em suas orações e convida a todos os católicos a unirem suas orações às dele. Para o mês de outubro o Pontífice deu como intenções: paz para as regiões mais afetadas pela guerra e o Dia Mundial das Missões para que desperte o zelo por levar o Evangelho a todo o mundo. Como intenção geral, o Papa exorta aos fiéis a rezarem “para que o Senhor conceda a paz às regiões do mundo mais afetadas pela guerra e pela violência”. Já na intenção missionária os fiéis são convidados a orarem “para que o Dia Mundial das Missões desperte em cada cristão a paixão e o zelo por levar o Evangelho a todo o mundo”. (EPC)

Fonte: Gaudium

 

 

Carismas são um dom na Igreja, e não motivo de inveja ou divisão

 

 Os carismas na Igreja foram o tema da Audiência Geral desta quarta-feira.

 

O Papa Francisco chegou cedo à Praça S. Pedro, percorrendo-a em seu papamóvel para saudar os cerca de 40 mil fiéis.

 

Prosseguindo sua série de catequeses sobre a Igreja, o Pontífice falou dos dons que o Espírito Santo lhe oferece para a sua caminhada na história. Na linguagem comum, quando se fala de “carisma”, se entende um talento, uma habilidade natural. Mas na perspectiva cristã, assume outra conotação que vai além de uma qualidade pessoal.

 

O carisma é uma graça, um dom dispensado por Deus Pai, através da ação do Espirito Santo, para que seja colocado a serviço de todos. De fato, é no seio da comunidade que alguém pode reconhecer os carismas que tem. E Francisco brincou com a multidão, dizendo que uma pessoa não pode achar que tem o dom de cantar. São os outros que têm que reconhecer este carisma.

 

Mas é importante se questionar: “Há qualquer carisma que o Senhor fez nascer em mim e que os meus irmãos, na comunidade cristã, reconheceram e encorajaram? E como me comporto em relação a este dom: com generosidade ou como motivo de orgulho?”

 

Todavia, acrescentou o Papa, a mais bela experiência é descobrir a diversidade e a multiplicidade de carismas na Igreja, pois todos são um dom do Pai à comunidade para que esta cresça harmoniosamente como um só corpo: o corpo de Cristo. “Ai de nós se fizermos de tais dons motivo de inveja ou de divisão!”, advertiu.

 

Como nos recorda São Paulo na Primeira Carta aos Coríntios, todos os carismas são importantes aos olhos de Deus e ninguém é insubstituível; isto quer dizer que, na comunidade cristã, precisamos uns dos outros e cada dom recebido só se realiza plenamente quando é partilhado com os irmãos para o bem de todos. “Quando a Igreja se expressa em comunhão, não pode errar”, disse o Papa.

 

Por fim, o Pontífice recordou que hoje celebramos Santa Teresinha do Menino Jesus, que morreu aos 24 anos. “Ela queria ter todos os carismas”, disse o Papa. Porém, foi na oração que Santa Teresinha descobriu que seu carisma é o amor, dizendo a frase: “No coração da Igreja, serei amor”.

 

E este carisma, reforçou Francisco, todos temos: “Peçamos então a Santa Teresinha esta capacidade de amar a Igreja e aceitar todos os carismas, com o amor de seus filhos.”

 

Antes da Audiência, o Papa recebeu na Sala Paulo VI os membros do Instituto Secular Pequenas Apóstolos da Caridade, por seus 60 anos de fundação. O Instituto assiste crianças e jovens com dificuldades, que também estavam presente na Sala Paulo VI. Que o carisma desse Instituto, disse o Papa, “seja um exemplo para as famílias e para os que têm responsabilidades públicas”.

 

Fonte: Rádio Vaticano

 

 

“Anjos da guarda existem, ouçamos sua voz!”, diz Papa

 Os anjos da guarda existem, não são uma doutrina fantasiosa, mas companheiros que Deus colocou ao lado do homem no caminho da vida. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia desta quinta-feira, 2, na Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a memória dos Santos Anjos da Guarda. As leituras do dia apresentam duas imagens: o anjo e o menino. Deus colocou um anjo ao lado do homem para protegê-lo. “Se alguém aqui acredita que pode caminhar sozinho, engana-se muito, cai no erro da soberbia, acredita ser grande e autossuficiente”. Francisco explicou que Jesus ensinou aos apóstolos ser como as crianças. Os discípulos brigavam para ver quem era o maior entre eles, mas Jesus ensinava a atitude das crianças, que é a docilidade, a necessidade de conselho, de ajuda. Este é o caminho, não se trata de quem é maior, disse o Papa. Segundo ele, os que se aproximam dessa atitude de uma criança estão mais próximos da contemplação do Pai, escutam com o coração aberto e dócil o anjo da guarda. “Todos nós, segundo a tradição da Igreja, temos um anjo conosco, que nos guarda, nos faz ouvir as coisas. Quantas vezes ouvimos: ‘Deveria fazer isso, assim não, tenho que ficar atento…’ Muitas vezes! É a voz do nosso companheiro de viagem. Temos de nos assegurar que ele nos levará até o fim de nossa vida com seus conselhos, temos de dar ouvidos à sua voz, não nos rebelar, pois a rebelião, o desejo de ser independente todos nós o temos: é a soberba”. Assim sendo, ninguém caminha sozinho e não pode pensar que está só, porque pode contar com esse “companheiro”. Expulsá-lo é uma atitude perigosa, ressaltou Francisco, porque ninguém pode aconselhar a si mesmo. “O Espírito Santo me aconselha, o anjo me aconselha. O Pai disse: ‘Eu mando um anjo diante de ti para guardar-te, para te acompanhar no caminho, para que não erres’. (…) Hoje eu pergunto: como está minha relação com o meu anjo da guarda? Eu o escuto? Digo-lhe ‘bom dia’? Peço-lhe para velar meu sono? Falo com ele? Peço conselhos? O anjo está ao meu lado!”.

Fonte: Canção Nova, com Rádio Vaticano

 

 

O Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção

 

A missão do Terço dos Homens é resgatar para o seio da Igreja de Cristo homens de todas as idades, pois a presença masculina na Igreja é imprescindível para a formação da família e de uma sociedade cristã. O Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção. A oração do terço, além de nos conduzir para a oração, leva-nos a meditar sobre os principais mistérios da redenção que Cristo nos oferece. Com a meditação do mistério redentor, também lembramos Maria de Nazaré, que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador. Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu único Filho. Como montar um grupo de Terço dos Homens? O Movimento Terço dos Homens é um dom do Espírito Santo para toda a Igreja. É um presente de Nossa Senhora para seus filhos que desejam seguir Jesus Cristo. E quem participa dele, torna-se dom e bênção para o mundo. Comunhão: O Grupo Terço dos Homens deve caminhar integrado na comunidade eclesial. Por isso, é importante que tenha o apoio do pároco ou do responsável pela comunidade. A reza do terço é uma porta aberta para a evangelização. Os fiéis devem participar ativamente da comunidade, da Eucaristia dominical e de outros momentos da Igreja. Organização: Organize o grupo e distribua as funções fazendo com que todos trabalhem com o mesmo objetivo. É preciso que todos saibam com antecedência o dia, a hora e o local do terço. Coordenação: O grupo deve ter um coordenador, um secretário e ser for o caso, um tesoureiro. A coordenação deve favorecer a participação de todos e garantir a fraternidade no grupo. Distribuição: É importante distribuir as funções para uma maior e melhor participação dos presentes. Deve haver os encarregados para: “animar” os cânticos, contemplar os mistérios, rezar as Ave-Marias… No final do terço, se achar conveniente, o grupo pode ler o Evangelho do dia e fazer breve reflexão do texto bíblico. Ambiente: Crie um ambiente propício para o momento de oração como, por exemplo, um pequeno altar com uma imagem de Nossa Senhora, velas, flores, etc. Piedade: Piedade e confiança em Deus são elementos essenciais para o crescimento na fé e no amor. Esse momento de encontro para a oração é bonito e muito importante. Quem reza tem intimidade com o Senhor, com a família e com toda a Igreja. Tempo: O tempo deve ser previsto e jamais ser alongado. Dentro de 40 minutos é possível realizar todo o trabalho do grupo. A boa administração do tempo é o segredo para a perseverança dos homens na oração.

 

Fonte:  A12

 

Divina e humana Como devemos ler a Bíblia?

                         

Devemos compreender que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita para os homens e pelos homens; logo, ela apresenta duas faces: a divina e a humana. Logo, para poder interpretá-la bem é necessário o reconhecimento da sua face humana, para depois, compreender a sua mensagem divina. Não se pode interpretar a Sagrada Escritura só em nome da “mística”, pois muitas vezes podemos ser levados por ideias religiosas pré-concebidas, ou mesmo podemos cair no subjetivismo. Por outro lado, não se pode querer usar apenas os critérios científicos (linguística, arqueologia, história, …); é necessário, após o exame científico do texto, buscar o sentido teológico. A Bíblia não é um livro caído do céu, ela não foi ditada mecanicamente por Deus e escrita pelo autor bíblico (=hagiógrafo), mas é um Livro que passou pela mente de judeus e gregos, numa faixa de tempo que vai do séc. XIV aC. ao século I dC. É por causa disto que é necessário usar uma tradução feita a partir de originais e com seguros critérios científicos. Os escritos bíblicos foram inspirados a certos homens; isto é, o Espírito Santo iluminou a mente do hagiógrafo a fim de que ele, com sua cultura religiosa e profana, pudesse transmitir uma mensagem fiel à vontade de Deus. A Bíblia é portanto um livro humano-divino, todo de Deus e todo do homem, transmite o pensamento de Deus, mas de forma humana. É como o Verbo encarnado, Deus e homem verdadeiro. É importante dizer que a inspiração bíblica é estritamente religiosa; isto é, não devemos querer buscar verdades científicas na Bíblia, mas verdades religiosas, que ultrapassam a razão humana: o plano da salvação do mundo, a sua criação, o sentido do homem, do trabalho, da vida, da morte, etc. Não há oposição entre a Bíblia e as ciências naturais; ao contrário, os exegetas (estudiosos da Bíblia) usam das línguas antigas, da história, da arqueologia e outras ciências para poderem compreender melhor o que os autores sagrados quiseram nos transmitir. Mas é preciso ficar claro que a revelação de Deus através da Bíblia não tem uma garantia científica de tudo o que nela está escrito. É inútil pedir à Bíblia uma explicação dos seis dias da criação, ou da maneira como podiam falar os animais, como no caso da jumenta de Balaão. Esses fatos não são revelações, mas tradições que o autor sagrado usou para se expressar. A própria história contida na Bíblia não deve ser tomada como científica. O que importa é a “verdade religiosa” que Deus quis revelar, e que às vezes é apresentada embutida em uma parábola, ou outra figura de linguagem. O mais importante é entender que a verdadeira leitura bíblica deve sempre ter em vista a finalidade principal de toda a Sagrada Escritura que é a de anunciar Jesus Cristo e dar testemunho de sua pessoa. Para aqueles que viviam no Antigo Testamento, se tratava apenas de um Salvador desconhecido, que viria. Mas para nós, se trata do Salvador que “habitou no meio de nós”, e que ressuscitado está no meio de nós até o fim dos tempos, quando voltará visível e glorioso para encerrar a história. Por ser Palavra de Deus, a Bíblia nunca fica velha, nem caduca; ela fala-nos hoje como para além dos séculos. Cristo é o centro da Sagrada Escritura. O Antigo Testamento o anuncia em figuras e na esperança; o Novo Testamento o apresenta como modelo vivo. O Catecismo nos ensina que “Deus, na condescendência de sua bondade, para revelar-se aos homens, fala-lhes em palavras humanas” (§101). “Através de todas as palavras da Sagrada Escritura, Deus pronuncia uma só Palavra, seu Verbo único, no qual se expressa por inteiro” (§102). “Com efeito, as palavras de Deus, expressas por linguagem humana, tal como outrora o Verbo do Pai Eterno, havendo assumido a carne da fraqueza humana, se fez semelhante aos homens” (Dei Verbum,13). Santo Agostinho ensinava que: “É uma mesma Palavra de Deus que se ouve em todas as Escrituras, é um mesmo Verbo que ressoa na boca de todos os escritores sagrados, ele que, sendo no início Deus, junto de Deus, não tem necessidade de sílabas, por não estar submetido ao tempo”(Salmos 103,4,1). Somente as palavras originais com as quais a Bíblia foi escrita (hebraico, aramaico e grego) foram inspiradas; as traduções não gozam do mesmo carisma da inspiração; é por isso que a Igreja sempre teve muito cuidado com as traduções, pois podem conter algum sentido que não foi da vontade do autor e de Deus. As traduções devem ser fiéis aos originais; e isto não é fácil.

Fonte: prof. Felipe Aquino

 

 

Prática do sim

  

Jesus fala de dois filhos: um disse sim ao pai, mas não executou o que ele pediu; o outro disse não mas, em seguida, resolveu fazer o pedido do progenitor (Cf. Mateus 21,28-32). Isso acontece muito. Não basta entusiasmar-se e dizer que vai fazer isso de bom. É preciso ter força de vontade o suficiente para realizar o que Deus nos propõe.

 

Há quem não se interessa muito pelo compromisso de vida com valores maiores, mas logo percebe que vale a pena pautar-se por coordenadas do bem, da justiça e da realização do ideal de vida. Paulo lembra: “Vivei em harmonia, procurando a unidade. Nada façais por competição ou vanglória, mas com humildade, cada um julgue que o outro é mais importante e não cuide somente do que é seu, mas também do que é do outros. Tende entre vós o mesmo sentimento que existe em Cristo Jesus” (Filipenses 2, 2-5).

 

O Divino Mestre afirma que muitos tidos como pecadores (cobradores de impostos e as prostitutas) vão chegar primeiro no céu por se terem convertido, crendo nele (Cf. Mateus 21,31). A prática do sim vale mais do que o sim dado somente de boca para fora. Está na hora de conhecermos quem é de convicção e de luta na prática de promoção do bem e da justiça. Precisamos mais do que nunca de pessoas de “tutano ético e moral” para a condução da política de real benefício comum.

 

Não basta as pessoas dizerem-se religiosas e até frequentarem as comunidades de Igreja em certos momentos – principalmente no ano eleitoral, indo até em várias confissões religiosas diferentes – para se apresentarem e fingirem que assumem a fé com o compromisso de serem verdadeiros benfeitores do povo! Não basta as pessoas até serem de religiões e usarem do voto para a busca interesseira de vantagens para si e suas comunidades, no uso fisiológico dos cargos!

 

A conversão é possível, mas com a sinceridade que leva a pessoa a ser humilde e aceitar rever as próprias atitudes. Deste modo, procura afiná-las com um projeto de vida coadunado com valores de quem tem grandeza de caráter e responsabilidade de servir o próximo e toda a sociedade. Então ela reconhece o chamado de Deus para a utilização de seus dons e 0s coloca a serviço da comunidade. Deus não precisa de nada. Ele só quer uma resposta a seu chamado para fazer-nos solidários com o semelhante e o ajudarmos a crescer em seu potencial de vida digna. O mais beneficiado com a prática do sim a Deus é a própria pessoa, que vai perceber seu valor diante de Deus e dos outros.

 

As consequências das opções das pessoas advêm de forma positiva ou negativa para elas mesmas, de acordo com sua prática ou não do sim para si mesmas, a sociedade e a Deus. Quem quer ser feliz é consequente com seu sim para assumir valores maiores na vida. Através do profeta o Criador fala: “Quando um ímpio se arrepende da maldade que praticou e observa o direito e a justiça, conserva a própria vida” (Ezequiel 18, 27). Enquanto é tempo faz-se necessário rever-se para se tomar o caminho de elevado sentido à vida!

 

Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros (MG)

 

 

Para refletir Você já sentiu o abraço de Deus?

Duas pessoas se abraçam e a desproporção entre elas é grande, dizemos que uma (a menor) se perde no abraço da outra. Assim, também, muitas vezes temos a sensação de que nossa pequenez (os pequenos gestos que fazemos, as pequenas coisas nas quais estamos etc.) se perde no abraço de Deus, ou seja, no que seu amor abarca, na totalidade do seu projeto. Mas aqui são os pequenos que nos ensinam que, em seu abraço, a pequenez não fica perdida. No abraço que Deus nos dá, Ele mostra seu abaixar-se, colocar-se à altura do pequeno que abraça, e aí, paradoxalmente, se iguala à altura do seu amor. Tocar o abraço de Deus é tocar seu desejo de que nada nem ninguém se percam. Deus não abraça para fechar. Deus abraça para cuidar, para salvar. Abraça o que ama. Foi assim que Jesus abraçou a cruz pela qual os homens voltariam ao abraço do Pai. Abraço que não quis deixar ninguém de fora. E assim, nos braços estendidos do Filho na cruz, está desde então oferecido o abraço do Pai para todo aquele que reconhecer a pequenez à qual ficou reduzida a medida do seu amor. Ninguém volta ao Pai sem o abraço do Filho na cruz. Nele, quem estava perdido é encontrado; quem estava morto volta à vida. Só no abraço do Pai é que o filho está bem cuidado.

Fonte: radiovaticano / Oleada Joven via Aleteia

 

É preciso carregar a cruz para entender Jesus, diz Papa

Um cristão não pode entender o Cristo Redentor sem a cruz, sem que esteja disposto a levá-la com Ele, disse o Papa Francisco na homilia desta sexta-feira, 26, na Casa Santa Marta. A fé, segundo Francisco, está nessa identificação da pertença a Cristo relacionada à Sua cruz. Do contrário, percorre-se um caminho aparentemente “bom”, mas não “verdadeiro”. As reflexões do Santo Padre se pautaram no Evangelho do dia, no qual Cristo pergunta aos discípulos o que o povo dizia sobre Ele. O episódio, conforme observou o Papa, se enquadra no contexto do Evangelho que vê Jesus proteger de forma especial a Sua verdadeira identidade de Filho de Deus. Isso para que o povo não se equivocasse e pensasse no Messias como um líder que veio para expulsar os romanos. Somente aos doze apóstolos o Senhor fez essa revelação. Jesus, como Ele mesmo disse, veio ao mundo para sofrer, morrer e ressuscitar; este é o caminho da libertação: a Paixão, a cruz. Embora os apóstolos não quisessem entender essa explicação, esta era a pedagogia de Jesus, enfatizou o Papa Francisco, usada para preparar o coração dos discípulos e do povo para entender este mistério de Deus. “É tanto amor de Deus, é tão ruim o pecado, que Ele nos salva assim: com esta identidade na cruz. Não se pode entender Jesus Cristo Redentor sem a cruz: não se pode entender! Podemos até chegar a pensar que é um grande profeta, faz coisas boas, é um santo. Mas o Cristo Redentor sem a cruz, não podemos entendê-Lo. Mas o coração dos discípulos e do povo não estava preparado para entendê-Lo. Não tinham entendido as profecias d’Ele, não tinham entendido que Ele era o próprio Cordeiro para o sacrifício. Não estavam preparados”. Somente no Domingo de Ramos, observou o Papa, que Cristo permitiu que o povo dissesse, mais ou menos, Sua identidade, como aquele “Bendito o que vem em nome do Senhor”. E somente após a morte, Sua identidade apareceu em plenitude e a primeira confissão foi do centurião romano. O Papa Francisco concluiu dizendo que Jesus prepara o ser humano para entendê-Lo bem e para acompanhá-Lo com suas cruzes no caminho para a ressurreição. “Prepara-nos para sermos cirineus para ajudá-lo a levar a cruz. E a nossa vida cristã sem isso não é cristã. É uma vida espiritual, boa…Também a nossa identidade de cristãos deve ser protegida e não acreditar que ser cristão é um mérito, é um caminho espiritual de perfeição. Não é um mérito, é pura graça”.

Fonte: Canção Nova, com Rádio Vaticano

                      

 

Comissão promove encontro para profissionais cristãos

Profissionais e entidades indicadas pelas dioceses, prelazias, movimentos, associações laicais, novas comunidades, pastorais e outras expressões laicais irão se reunir em Brasília, entre os dias 07 e 09 de novembro, para o Encontro com Profissionais Cristãos. A iniciativa da Comissão Episcopal para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pretende partilhar as diferentes experiências existentes nas Igrejas particulares, propor uma rede entre os profissionais cristãos e suas entidades e, ainda, reforçar a profissão como campo de missão dos cristãos católicos como sujeitos, no horizonte de uma Igreja “em saída”. O encontro será realizado em Brasília, no Instituto São Boaventura. Para participar, há uma taxa de inscrição no valor de R$ 20,00 e a possibilidade de hospedagem no local. As inscrições e mais informações estão disponíveis no endereço eletrônico www.cnbb.org.br

Fonte: CNBB

 

 

O desafio do protagonismo da população em situação de rua

 

Na memória de São Vicente de Paulo, o Apóstolo da Caridade, 27 de setembro, agentes da Pastoral da População em Situação de Rua estiveram reunidos na Catedral de São Sebastião, no Centro, para mais um encontro de formação e partilha de experiências.

 

Realizado  em  âmbito do Regional Leste 1 da CNBB (dioceses do Estado do Rio de Janeiro), sob a coordenação de monsenhor Gustavo Auler, o encontro reuniu mais de 70 agentes, representantes de pastorais, comunidades e instituições que trabalham diretamente com a população em situação de rua. Entre os organismos, a Toca de Assis, a Comunidade Betânia e as Missionárias da Caridade de Madre Teresa de Calcutá.

 

“Nossa proposta é analisar os desafios e perspectivas do nosso trabalho comum. Ele é complexo, mas a unidade fortalece a dinâmica, na busca de encontrar caminhos para melhor servir os irmãos, os menos favorecidos. Um trabalho que ainda provoca resistências na sociedade, mas que, por outro lado, surgem boas iniciativas. O Ano da Caridade motivou e suscitou novos agentes”, explicou monsenhor Gustavo.

 

Unidade pastoral

 

Junto com a sua bênção, o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, que também é o presidente do Regional Leste 1, motivou os agentes para continuar com dedicação ao trabalho junto à população em situação de rua. Explicou que é uma situação que faz parte das grandes cidades, gerada por muitos fatores, principalmente pela falta de estrutura familiar. Uma situação que existe em todo o mundo, até em países economicamente equilibrados.

 

Manifestando alegria, por ver muitas pessoas abertas, dando passos concretos na busca de viver o Evangelho, o arcebispo elogiou o trabalho desempenhado pelas comunidades paroquiais, congregações e instituições. Afirmou ainda que a unidade pastoral, o ‘caminhar juntos’, é fundamental para a busca de soluções, para o êxito do trabalho.

 

“O Ano da Caridade é uma boa oportunidade para fortalecer esse trabalho. São os desafios do mundo de hoje, que cabe a nós, como Igreja, fazer a nossa parte. Como Igreja, enquanto cristãos, somos chamados a ver no outro o próprio Cristo. Junto com a assistência e a promoção, também a reivindicação junto às autoridades pela implementação de políticas públicas em benefício desta população”, frisou.

 

O resgate da cidadania

 

“O morador em situação de rua deve ocupar o seu espaço, ser protagonista de sua história. Por mais difícil que seja sua situação, ele precisa se reencontrar e assumir o desafio de seguir em frente”, disse a irmã Maria Cristina Bove, consagrada da Fraternidade Oblatas de São Bento, de Belo Horizonte (MG).

 

“Esse é o sentido quando nos colocamos junto à população em situação de rua. Jesus foi ao encontro do outro, do irmão. Ele olhou, caminhou e curou os mais pobres. Também devemos fazer o mesmo”, acrescentou a religiosa, que veio partilhar e orientar os agentes a partir de suas experiências como integrante da Coordenação Nacional da População em Situação de Rua, ligada à Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz, da CNBB.

 

A população em situação de rua, explicou a religiosa, é de filhos de Deus, excluídos, que sofrem. “Junto com a ação de ir ao encontro, de caminhar e apoiar o esforço que fazem para sobreviver, deve ter um esforço da nossa parte, de lutar também por políticas que contemplem seus direitos como cidadãos”.

 

“Há muita formas de resistência, de discriminação, que não se leva em conta os direitos dessa população. Uma das violências impactantes são as operações higienizadoras para limpar as cidades. A sociedade os colocam como culpados de uma situação, e não percebem que eles são vítimas. Cada vez mais se forjam situações para não ajudá-los e, assim, dificultam o processo de resgate de suas histórias”, pontuou.

 

A comissão que irmã Maria Cristina atua faz parte de um comitê interministerial que discute o processo de construção e de elaboração de uma política nacional para população em situação de rua. Ela destacou que já existe em âmbito nacional um centro de defesa dos Direitos Humanos com sede em Belo Horizonte. Um dos esforços do centro é a luta contra a impunidade, pela federalização dos casos de violência contra a população em situação de rua.

 

Gesto concreto

 

Entre as iniciativas que surgiram com o Ano da Caridade, contemplado pelo 11º Plano de Pastoral da Arquidiocese do Rio, explicou monsenhor Gustavo, foi a criação de um centro de atendimento em sua paróquia, a de Nossa Senhora da Conceição e São José, no Engenho de Dentro.

 

“Uma vez por semana, às terças-feiras, acolhemos em média mais de 60 moradores de rua. Cerca de 40 agentes, distribuídos em várias equipes, cuidam do acolhimento, do cadastro, dos encaminhamentos, da higiene, da alimentação e da reflexão da Palavra de Deus”, explicou.

 

A iniciativa conta com doações e a colaboração de agentes até de paróquias vizinhas. Um trabalho que “Deus é quem provê”, e que deveria ser multiplicado em paróquias que possuem uma estrutura física adequada.

 

 

“O trabalho é positivo, bem visto pela comunidade. Os que trabalham dão testemunho da experiência e ficam contentes quando os moradores de rua voltam contando que conseguiram emprego, retirar os documentos, ou foram acolhidos pelas famílias”, acrescentou monsenhor Gustavo.

 

Auxílio e promoção

 

“Quem mora na rua, os menos favorecidos na sociedade, está num desamparo total. É bonito quando a Igreja está presente”, disse o bispo auxiliar Dom Edson de Castro Homem, que motivou os agentes durante o encontro.

 

Ele destacou o trabalho realizado na comunidade paroquial do Engenho de Dentro, que foi visitar e, por isso, incentiva que deve ser conhecido e apoiado. Lembrando o carisma de São Vicente de Paulo, disse sobre a necessidade de ir ao encontro de quem precisa.

 

“É preciso sublinhar que a dimensão assistencial adotada por São Vicente de Paulo, tinha o objetivo de promover os mais pobres. A promoção como resgate da condição de filho de Deus, de irmão, de membro da Igreja. “O pobre é Cristo”, dizia. Depois da ação caritativa, vêm as consequências, a assistência social para desenvolver os talentos, para que eles possam sair da condição de desprotegido. A seu exemplo, é o que devemos também fazer”, pontuou Dom Edson.

Fonte: ArqRio

 

 

 

 

 

 

CÍRIO DE NAZARÉ

PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO / COPACABANA

 

 

 PROGRAMAÇÃO

 

- DIA 14/09 (domingo)

Missa das 18h. Entrega das imagens peregrinas que irão visitar os lares dos paroquianos.

 

- DIA 28/09 (domingo)

Festa do Círio

No pátio do colégio Guido ao lado da Paróquia. No horário das 10h às 16h.  Teremos o Almoço do Círio com músicas, documentário e comidas típicas do norte. “TACACÁ, VATAPÁ, PATO NO TUCUPI, BOLO E CREME DE CUPUAÇU, BISCOITO DE CASTANHA DO PARÁ, CUSCUZ AMARELO, CASQUINHA DE CARANGUEJO UM DELICIOSO STROGONOFE E MUITO MAIS.

 

- Dia 11/10 (sábado)

Missa das 17h. Devolução das imagens peregrinas com a presença das famílias  que foram visitadas.

 

- DIA 12/10 (domingo)

Missa Festiva às 09h.

Rua Barão de Ipanema n.85 Copacabana

Procissão do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

Saindo às 10h da Rua Leopoldo Miguez, Constante Ramos, Avenida Atlântica, até a Paróquia Nossa Senhora de Copacabana.

Venha e participe!!!!!

 

  

 

        DIA DE SÃO FRANCISCO

         BENÇÃO DOS ANIMAIS

  

 

 Dia 04 (sábado) de outubro

Venha e traga seu animal!!!!! 

                           

 

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

CRACÓVIA 2016

 

 

 

  Venha almoçar conosco!!!!!!

 

 

CELEBRAÇÃO DO CRISMA

 

 

 Venha participar desta maravilhosa celebração

Dia 07/11 (sexta-feira) às 19h.

 

 

LEGIAO DE MARIA   

 

Venha conhecer e se apaixonar.

Estamos esperando por você!!!!! 

 

 

GRUPO DA COSTURA

 

 

 

MISSA DO QUILO

 

 

  

 MACARRÃO DA SOLIDARIEDADE

   

 

 Sempre no segundo sábado de cada mês

Ponto de encontro às 19h no pátio do colégio Guido

(dia 11 de outubro (sábado) às 19h) 

 Venha participar!!!!!

 

TERÇO NAS CASAS TRÍADE

 

 

 

 

Momento de oração em comunidade

Venha fazer parte deste Grupo!!!

Fale com a Agda ou com a Shirlene

 

  PÃO DE SANTO ANTÔNIO

 

 

 Responsável Sra. Elza

Todas às 3ª feiras na entrada lateral

próximo do elevador 

 

 

 

 

PASTORAL DOS COROINHAS

 

 Maiores informações todo domingo

com a Glauciane ou com a Pascom

2ª andar da Paróquia

no horário da manhã

  

 OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TERÇO DOS HOMENS

Toda 5ª feira às 19h

Venha rezar conosco!!!!!

 

PASTORAL DA SAÚDE

   

 

Venha participar você também desta Pastoral

Coordenação Arthur

 

 

 GRUPO TRÍADE

 

 

Você meu irmão que é jovem à mais tempo

Venha conhecer o Grupo Tríade.

Todo sábado às 18h30min

no 2ª andar da Igreja

Esperamos por você !!!!

 

PASTORAL DA COMUNICAÇÃO

 

  Envie sua sugestão

para a Pascom da Paróquia

através do email

[email protected]

 

 

 GRUPO JOVEM

 

 

Venha participar!!!

Reuniões todos os sábados às 18h

No 2ª andar da Igreja. 

 

 

PASTORAL DA CRISMA

 

Venha você também participar desta linda família

Jovens e adultos!!!

 

 PASTORAL DA CATEQUESE

 

 Deixai as criancinhas virem a mim e não as impeçais,

pois delas é o Reino de Deus. (Lucas 18, 15-17)

Paróquia São Paulo Apóstolo

Rua Barão de Ipanema n. 85 Coapacabana

 

 

PASTORAL DO ESPORTE 

 

 Estamos esperando por você!!!!!

 

  WEB RADIO IPC

 

 

 

 Ouça programas maravilhosos que marcaram uma época

e informações de nossa Paróquia.

 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.radioipc.com/